FATORES QUE PREJUDICAM O TRABALHO DO ENFERMEIRO QUE ATUA EM
HOSPITAL
CINTRA, Hans Doner Eric; SOUSA, Alcy Aparecida Leite; LAZZAROTTO, Elizabeth Maria;
MEZA, Sheila Karina Lüders; KURMANN, Regina Aparecida da Silva; COSTA, Elenir da
Silva; ROZIN, Arnei Júnior; DELL’ARINGA, Fernando Kami; VIDAL, Kiussa Taina Geteins &
SDEBSKI, Dohane Cristina Pereira
INTRODUÇÃO
O trabalho, do ponto de vista de Ferreira (1995, p. 642), é uma “atividade
coordenada, de caráter físico e/ou intelectual, necessária à realização de qualquer
tarefa, serviço ou empreendimento”. É definido também como a “aplicação das
forças e faculdades humanas para alcançar um determinado fim”. No entender de
Sampaio; citado por Beck (2001, p. 15), “existe uma onipresença do trabalho
humano em todas as expressões da vida social, situando o trabalhador numa
hierarquia social de valores, com prestígio social diferenciado e remetendo-os a
diferentes possibilidades de consumo, facilidade, adoecimento e morte”.
Segundo Chiavenato; citado por Breda; Lazzarotto e Sotel (2006, p. 15), “as
organizações são unidades sociais ou agrupamentos de pessoas, que buscam
atingir os objetivos específicos”. Nestas estão inclusas universidade, instituições
públicas e privadas, hospitais, creches, clubes, casa religiosas e organizações sem
fins lucrativos.
As instituições de saúde investem fortemente em novas tecnologias para
alcançar este objetivo, porém esta qualidade é oferecida apenas aos usuários. Os
hospitais não aplicam seu capital nos funcionários; falam de qualidade de serviços,
mas esquecem da qualidade de vida dos funcionários, que passam a maior parte do
dia trabalhando. Estas horas não devem ser consideradas um suplício. O estresse
provoca irritabilidade, fadiga, falta de interesse, ansiedade, distúrb ios docomportamento, propensão a acidentes, insônia, mudanças fisiológicas, entre outros
males (VIDAL, 2002).
males (VIDAL, 2002).